Mar me quer


       







                                                  

                                                                                                                                                              


                                                                     

quarta-feira, maio 13, 2015

Pancho Guedes Nunca Foi ao Japão

Fonte: ESAD



Também não fui ao Japão. Mas fiquei com água no bico com mais este livro - de poucos, pouquíssimos - sobre uma parte (surpreendente) da obra de Pancho Guedes. O seu "olho" agora aparece a fotografar outras paragens. Do traço arquitecto, Pancho demonstra o corte do seu olhar, a perspectiva e forma de ver o mundo. Mais uma viagem única. Já tive um exemplar do livro na mão, de uma livraria que ainda nem abriu. Prometo adquirir o objecto que é da autoria de Lucio Magri, José Luís Tavares, Israel Pimenta e Eduardo Brito. Para além do livro está na forja um documentário e a exposição das fotos segue itinerante pelo norte do país. Já me prometeram que descerá a Lisboa numa próxima oportunidade. A edição é do ESAD. Bravo!

"Com Pancho Guedes, as viagens multiplicam-se, sobrepõem-se. Como no espaço ideal dos sonhos, não existe uma aparente articulação lógica dos itinerários. Ao virar da esquina no coração fervilhante da 5th Avenue de New York, encontra-se o Tombwa, no deserto do Namibe. Espreita-se pela janela numa casa do Soweto e vêem os Hide Park Flats de Sheffield. Pensa-se estar na Eugaria, mas é afinal a ilha maior de Ecletica." in Pancho Guedes Nunca Foi ao Japão
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    Por Afonso Vaz Pinto :: 19:35 :: 0 Comentários

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          terça-feira, agosto 19, 2014

          Hinyambaan



          Hinyambaan é um sítio que não existe a não ser como corruptela (?) do nome de uma das mais formosas cidades moçambicanas, Inhambane. É também o título de um livro do autor moçambicano João Paulo Borges Coelho que, numa obra simples, conta uma história simples de uma simples família sul africana que decide rumar a Moçambique para umas férias junto ao mar. O livro, que se lê em menos tempo do que uma viagem Maputo-Inhambane é um livro bem escrito e bem descrito, no sentido em que, para quem conhece os sítios onde a família Odendaal passa num velhinho Corolla, acaba por ser um regresso mais do que um ingresso. Uma história simples mas bem contada que dá vontade de seguir viagem e ler mais algumas obras deste autor. (6,5/10)

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            Por Afonso Vaz Pinto :: 11:46 :: 0 Comentários

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                  quarta-feira, fevereiro 08, 2006

                  O livro







                  Pois é, depois do filme, o livro. Quando me perguntam qual deles é o melhor respondo que ambos são excelentes e que se complementam. Duas obras primas, no cinema e na literatura. Este foi o primeiro livro que li de John Le Carré e gostei da sua forma de escrever. Ou por outra, da tradução da sua escrita original uma vez que o li em português. Recomendo, os dois. O filme e o livro.

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                    Por Afonso Vaz Pinto :: 15:03 :: 2 Comentários

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                          quarta-feira, janeiro 11, 2006

                          I Dreamed of Africa

                          Entrada directa para o Top-10 deste livro de Kuki Gallmann – “Sonhei com África” – no qual relata a sua história verídica, a felicidade e as tragédias, num dos melhores relatos que já li daquele continente.
                          A história já foi recuperada para cinema, num filme com o mesmo título, mas que não faz justiça à qualidade do livro em que se baseou. Kim Basinger desempenhou o papel de Kuki.
                          É daqueles livros em que, quando o acabamos de ler e o fechamos na nossa mão, ficamos com uma sensação estranha de nostalgia...
                          Vale mesmo a pena...

                          O que também vale a pena é dar uma vista de olhos para a melhor obra desta italiana que um dia concretizou o sonho de ir para África: The Gallmann Memorial Foundation.

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                            Por Afonso Vaz Pinto :: 20:45 :: 14 Comentários

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                                  sexta-feira, dezembro 16, 2005

                                  Tradutor



                                  Este excerto é retirado de um livro que estou agora a ler: "O cântico da galinha do mato», do autor moçambicano Sérgio Veiga. Onde é que eu já vi isto...

                                  «Mpfunfo dispensou obrigatoriamente o padre Tadeu das possíveis funções e assumiu agora o papel de tradutor. Consoante as pausas de Francesco, ele aproveitava para fazer a tradução em língua materna para a grande maioria que ali estava e tinha dificuldades em perceber o português italianado do padre Francesco. Como bom italiano, Francesco não fugia à regra, gesticulava intensamente com as mãos acompanhando cada frase e, como bom moçambicano, Mpfunfo não só o traduzia com exactidão, como apoiava também os seus gestos e os reproduzia com mestria, em grande estilo».

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                                    Por Afonso Vaz Pinto :: 20:01 :: 3 Comentários

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