quinta-feira, janeiro 12, 2017
1924-2017
Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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sexta-feira, novembro 18, 2016
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Enquanto celebramos o crescimento económico ou... enquanto dançamos fandango em campo minado. Juros de Portugal já vão nos 3,7%!!! No Público.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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18:40 ::
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quarta-feira, novembro 16, 2016
«Portugal é o campeão do crescimento»
Pois é. E a história é repetida e recauchutada. Portugal foi mesmo a estrela mais brilhante do crescimento do PIB. A notícia é boa e é igualzinha a esta de 12 de maio de 2010, 11 meses antes do resgate.
"O primeiro-ministro mostra-se muito satisfeito com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que dão hoje conta de que Portugal cresceu 1,7% no primeiro trimestre do ano e foi mesmo o maior avanço de todas as economias da Zona Euro. «É uma boa notícia de Portugal. Afinal de contas, foi o campeão do crescimento no primeiro trimestre», afirmou Sócrates aos jornalistas, que sublinha que os números do INE assinala que a economia «recuperou e está a recuperar». «Portugal foi o primeiro país a sair da condição de recessão técnica e o que melhor resistiu à crise», frisa o primeiro-ministro (...) Respondendo às críticas da oposição, o primeiro-ministro acrescenta: «É uma surpresa para muitos que têm dito o que têm dito sobre a economia portuguesa e que estão a necessitar de mudar de manuais ou fazer a revisão da matéria». E rematou: «Porque afinal de contas, este país é muito diferente do que alguns acham».
#bemmeparecidaquejátinhavistoestefilmeEtiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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quinta-feira, outubro 06, 2016
Acalmação
Antes do mais. Claro que estou contente que um conterrâneo meu assuma um cargo como o de secretário-geral da ONU. E claro que não vou começar a prosa por equacionar se isto é bom ou mau para Portugal, da mesma maneira que não penso se terá sido bom ou mau para os ugandeses que Kofi Annan ou para os vietnamitas, que Ban Ki-moon, tenham ocupado o cargo. Nota: o primeiro é do Gana (não do Uganda), o segundo da Coreia do Sul (não do Vietnam). O facto de a grande maioria das pessoas não fazer ideia de onde eles são comprova que a bandeira não conta para o campeonato.
Primeiro. O mundo precisa, antes de mais, de calma. Muita calma. Nessa medida a Acalmação (não de aclamação pá) de António Guterres é, necessariamente, uma boa escolha. Melhor que as senhoras búlgaras, que vinham do olho do furacão (o Leste da Europa) de futuras (?) tempestades bélicas.
Segundo. A ONU é a casa da democracia e da diplomacia internacional, para os que não a conhecem. Um ninho de víboras e a função pública do mundo, para os que a conhecem e não gostam dela. O-que-se-arranja, para todos os outros. António Guterres não será a solução mas também não será uma fonte de problemas.
Terceiro. O SG da ONU é uma rainha de Inglaterra ou, se preferirem, um Procurador Geral da República que pinta pouco no concerto (real) das nações. Ainda assim é uma voz autorizada. Veremos se se vai fazer ouvir.
Quarto. Um Católico numa casa que é pouco amiga de tudo o que é cristão (UNICEF e planeamento familiar à cabeça) não deixa de ser um bom contra-ponto. Go Guterres go go go.
Quinto e último. Política e passado à parte, António Guterres é uma boa escolha para SG da ONU. Fez um caminho coerente para lá chegar e com os anos de Alto Comissário para os Refugiados fala a língua que interessa num tempo que precisa de soluções concretas nesse domínio.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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quarta-feira, julho 20, 2016
Da série: OPA* hostil ao voto dos portugueses. Obrigado PS por nos obrigarem a começar sempre tudo de novo. Notícia no Negócios: Conheça os descontos para as cinco auto-estradas a partir de 1 de Agosto
*operação pública de aquisição
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Por Afonso Vaz Pinto
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15:33 ::
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terça-feira, maio 10, 2016
O Rei vai Nu
Começa a ser perverso este "tempo novo". Que o 'Rei vai nu' penso que toda gente já consegue ver. O Rei lá vai, montado na sua geringonça, com ar triunfal rumo ao fim estrondoso que o espera. Pensando que vai no mais puro tecido, inconsciente da sua miserável figura. Mas passando ao lado, por ora, do belo buraco que esta gente nos está a deixar... é absolutamente perverso ter José Sócrates, um alegado-criminoso - que até há pouco tempo foi reabilitado por Ferro Rodrigues (mesmo antes de aquele ser preso) e que agora é novamente recuperado por António Costa - vir dizer 'coisas' sobre o homem que limpou a cratera que ele deixou e que, até ver, está disponível para resgatar a que estes vão deixar.
Mas numa coisa José Sócrates tem razão: "Eu acho que ele tarda [acrescento, tardamos todos] em compreender o simbolismo desta obra. Isto é mais do que uma obra pública, isto é mais do que um túnel, isto é o reencontro do país consigo próprio".
O Rei vai nu!
A notícia, aqui.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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Driving nuts
Se eu fizesse a comunicação da Uber convencia 6500 taxistas a fazerem uma flash mob de promoção da aplicação em várias cidades do país. E à pala.
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Por Afonso Vaz Pinto
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sexta-feira, fevereiro 12, 2016
Fuga para trás
Não é todos os dias que podemos voltar ao início e começar tudo outra vez! Na ânsia de virar e revirar tudo o que foi feito pelo governo anterior – na educação, nas 35 horas da função pública, na TAP, e em praticamente tudo – a troika-de-trazer-por-casa lá vai lampeira, de rabo à banda e cantarolando amanhãs ontens que cantam, fisgada em virar tudo para trás.
Em história portuguesa recente quer dizer apenas uma coisa: vamos direitinhos ao buraco de que, bem ou mal, nos livrámos. A velha bancarrota, mais uma com a chancela e alto patrocínio do Partido Socialista e seus companheiros de Geringonça.
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Por Afonso Vaz Pinto
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Geringonça Vira Lata
Existem dois tipos de Austeridade. A Austeridade Boa (a da esquerda) e a Austeridade Má (a da direita). O binómio – inventado pela troika-de-trazer-por-casa – foi criado para se distanciar da troika-estrangeira, qual fogo inimigo que atira à bruta. Bem diferente do novo fogo, amigo e camarada. A Lata é, sem dúvida, o maior trunfo político da Geringonça. A distinta e alternadíssima Lata.
E em que é que se tornou a forma como o Estado Português controla a crise financeira já com o olhar muito atento dos mercados e parceiros europeus? Vira Lata!Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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terça-feira, janeiro 26, 2016
Finalmente Marcelo
O clima destas presidenciais sempre foi o de uma reeleição. Este "Marcelo contra o resto do mundo" ficou resolvido à primeira volta com um nível de abstenção alto (típico de uma reeleição), com um candidato forte e mais 9 pálidas figuras (também típico de uma reeleição) e com uma distância gigantesca para o segundo candidato da geral (Nóvoa era a típica 2ª figura de uma reeleição, e quanto ao PS esteve à altura daquilo em que se transformou nos últimos meses).
O Presidente-Eleito fez uma campanha limpa, simples, enxuta. À direita pediu silêncio, uma espécie de eu-sei-que-tu-sabes-que-eu-sei-que-tu-sabes-que-eu-sei-pcht-tá-calado. E só não viu isto quem não quis. À esquerda, piscou o olho, piscou os dois, fez olhinhos, e assim conquistou o centro esquerda que tem andado com os olhos tortos desde que o seu voto serviu para validar a actual solução (!) governativa.
Ao contrário do que muito se disse (da esquerda à direita), Marcelo foi sempre o mais claro dos candidatos: é Democrata, Social Democrata, Cristão, Patriota (para mim estas bastam) e vem contribuir - na medida das suas possibilidades - para que Portugal possa ter solução... para a tal solução (!!!) governativa.
Quanto às típicas acusações de que é errático e instável e mais não sei o quê, parece-me a mim que Marcelo sempre foi muito claro nas ideias que defende e nos princípios em que se baseia. Foi, sem dúvida, o melhor líder da oposição, em 40 e tal anos de Democracia. Garantiu estabilidade a um sistema que, infelizmente, apenas funciona com maioria absolutas (e que pede estes tiques absolutistas-a-prazo como o que vivemos com esta esquerda).
Ao fim de muitos anos de espera consegui votar em Marcelo Rebelo de Sousa. E foi o voto mais fácil e mais convicto que tive como cidadão (com excepção para o NÃO nos referendos do Aborto, uma conquista de Marcelo, aliás).
Long live mista President!
Há quase dois anos Marcelo "invadia" o Congresso do PSD em Lisboa para dar o primeiro passo no caminho para Belém. Na altura escrevi isto:
«E Marcelo desceu ao Coliseu. Para além de desembarretar a carapuça do "catavento de opiniões erráticas", o "desvio" do Táxi do Professor para o Congresso do PSD acabou por o confirmar com possível, se não provável, candidato presidencial em 2016. A fazer lembrar a rodagem do Citroen de Cavaco, Marcelo conseguiu levantar o Coliseu, dar uma no cravo, outra na ferradura e ao mesmo tempo marcar a bandeirada para a corrida a Belém. Que o digam Santana ou Durão ou um candidato tipo Nobre que ainda esteja num bolso esconso de Passos. Marcelo foi lá dizer que "cá dentro ou lá fora" ainda tem mãos para um verde e preto e que, bandeiradas à parte, o taxímetro está a contar...»
O post completo aqui.Etiquetas: #PolíticaPortugal
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sábado, dezembro 26, 2015
Bom Natal... pá!
Bem sei que a época é festiva, convida a nobres sentimentos e a gestos elevados. Bem sei que a resolução de bancos falidos (?) leva a que muitos tenham que engolir sapos, rãs e vacas sagradas. Mas nem um mês depois da troika nacional se apresentar como solução (!) "consistente, sólida e estável", a esquerda já se desentendeu e deu o primeiro sinal da trapalhada que se está a formar. A Estrela do próximo ano só nos poderá conduzir a ficarmos todos outra vez com o menino nos braços. Avé Costa!
Cartoon de António In Expresso 25-12-2015
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sexta-feira, novembro 27, 2015
Carro Azul
And we're back. O estilo português suave voltou. António Costa vai e vem no mesmo carro eléctrico de José Sócrates.
Obrigado pela lembrança Pedro RodriguesEtiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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Que se lixem as eleições
A frase é de Pedro Passos Coelho. Queria o então primeiro-ministro dizer que ia governar sem estar preocupado com o que aí vinha, nas eleições. E o que veio foi esta coligação negativa (cit. do discurso do então líder derrotado, António Costa). Esta que ontem tomou conta da ocorrência. Mas este "que se lixem as eleições é, curiosamente, a forma como o líder socialista entra para a história. Um valente "que se lixem as eleições" que soa mesmo a "que se lixem os portugueses". Triste fado.Etiquetas: #PolíticaPortugal
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quarta-feira, novembro 18, 2015
Troika Nacional
O original tá aqui.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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quarta-feira, novembro 11, 2015
O Rei vai Nu
A esquerda derrubou o governo que Cavaco Silva indigitou há duas semanas. PS, BE, PCP e PEV avançaram e aprovaram moções de rejeição do novo governo PSD/CDS-PP e devolvem assim a palavra ao Presidente da República a quem já se apresentam com acordos assinados entre si.
Se se lembram da história: estamos na fase em que os dois malandros já venderam o vestido ao rei e a corte se pasma com a nobreza do tecido. Porque é leve, porque é suave, porque é único. O rei prepara-se agora para sair montado num cavalo, nu, completamente despido. E depois há uns senhores que, lá ao fundo, estão a dizer que o rei vai de bunda ao léu. Estes senhores chamam-se mercados, bolsa, juros, instituições europeias e outro, mais importante que todos os outros: os portugueses.
Este governo de esquerda que se está a apresentar ao país – o tal Rei, personificado no seu líder e promotor, António Costa – está a ser feito contra a vontade do eleitorado apesar de toda a legitimidade que tenha ganho através de uma leitura abusiva das eleições de 4 de outubro.
Qualquer pessoa que leia o que se passou nesse dia conclui que os eleitores escolheram um governo PSD/CDS sem maioria e não um governo PS. Tem sido penoso ver a atitude da esquerda nas últimas semanas: desde as falsas negociações com o PSD, à eleição de um presidente da AR de facção e agora um governo que se apresenta contra uma parte significativa do país.
O PS está a vender ao poucos a sua alma e só espero que não leve o país outra vez a uma situação de pré-bancarrota. O Rei vai nu!
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Por Afonso Vaz Pinto
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terça-feira, fevereiro 25, 2014
Comunices
in "A Revolução e o Nascimento do PPD Vol 1", Marcelo Rebelo de SousaEtiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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segunda-feira, fevereiro 24, 2014
Taxi driver
"Democrata é aquele que pratica a democracia e não aquele que dela apenas se reinvindica."
Francisco Sá Carneiro
E Marcelo desceu ao Coliseu. Para além de desembarretar a carapuça do "catavento de opiniões erráticas", o "desvio" do Táxi do Professor para o Congresso do PSD acabou por o confirmar com possível, se não provável, candidato presidencial em 2016. A fazer lembrar a rodagem do Citroen de Cavaco, Marcelo conseguiu levantar o Coliseu, dar uma no cravo, outra na ferradura e ao mesmo tempo marcar a bandeirada para a corrida a Belém. Que o digam Santana ou Durão ou um candidato tipo Nobre que ainda esteja num bolso esconso de Passos. Marcelo foi lá dizer que "cá dentro ou lá fora" ainda tem mãos para um verde e preto e que, bandeiradas à parte, o taxímetro está a contar...
Mas é claro que nem só de Marcelo viveu o Congresso. Ao jeito dos antigos Congressos - antes de serem esvaziados pelas directas - a 35ª reunião magna social-democrata foi rica no clique-e-claque típico do PSD, serviu para malhar em Seguro e piscar o olho a Costa, marcar o ritmo e o discurso para o pós-Troika e lançar as Europeias. Um Congresso que foi o oposto do vazio que anunciava. Foi o Congresso do Partido que os portugueses democraticamente escolheram para liderar o país que a esquerda levou ao limiar da bancarrota.Etiquetas: #PolíticaPortugal
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quarta-feira, setembro 12, 2012
Há nuvens na Serra de Sintra

Fonte: aquelebagacinho.blogspot.pt
Sempre que isto acontece a Sintra, os dias seguintes são de vendaval. As energias concentram-se por de trás da Serra, durante um ou mais dias, para, de um momento para o outro, soltar toda a sua fúria para a terras imediatamente a Sul. Para quem é de Cascais o fenómeno não é estranho. É isto que está a acontecer na política e sociedade portuguesas, após o discurso do Primeiro Ministro ao país, na semana passada. Há nuvens na Serra de Sintra.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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quarta-feira, fevereiro 08, 2006
E Portugal?
A petrolífera brasileira Petrobrás quer reforçar a exploração em Angola. A Geocapital, empresa do magnata de Macau Stanley Ho, vai investitir milhões no vale do Zambeze, província no centro-norte do país através da futura Mozacorp. Dois casos em que a esfera lusófona tem um peso certamente substancial na geração de riqueza. Angola e Brasil. Macau e Moçambique. E Portugal? Onde está? A desbaratar aos poucos as oportunidades que os mercados em que se fala português… Mas se um Plano Tecnológico é a prioridade…Etiquetas: #Lusofonia, #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Bienvenue au Portugal

Simpatia ou subserviência. Bill Gates esteve a semana passada em Portugal. Arrastou consigo todos os efeitos de luz e cor que uma estrela de tamanha magnitude merece. Lembra-me a estátua que os conterrâneos do Malato – apresentador de televisão (!) – lhe construíram…Pasmo!!! A malta da terrinha vê Malato como nós vemos um Bill Gates, será? Talvez. Mas quanto ao Billion Dollar Gates, levou com uma espécie de colar de flores que aqui o povo do velhinho Portugal gosta de agraciar os que aqui chegam. Lá simpático é.Etiquetas: #PolíticaPortugal
Por Afonso Vaz Pinto
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